Adaptação das escolas da rede municipal para retomada das aulas presenciais na capital

A Secretaria Municipal de Educação (Seme) começou a adaptação das escolas da rede municipal para a retomada das aulas presencias. As reformas pontuais buscam garantir melhores condições de trabalho dos servidores e dos alunos que retornam no próximo dia 18 deste mês. “Estou acompanhando pessoalmente a realização das obras nas escolas municipais, porque pretendemos entregar a comunidade escolar, locais adequados”, informou o professor João Lima, diretor de ensino da Seme.

O gestor municipal, acompanhado do assessor de Planejamento Rosenato Pontes, estiveram nas escolas municipais Ismael Gomes de Carvalho, Mestre Irineu Serra, Mariana da Silva Oliveira, Monte Castelo e a Luiza de Lima Cadaxo (na zona rural). Destacou que estas escolas estão passando por vários tipos de reforma como troca de telhado, instalação elétrica, piso, pintura, instalação de pias na entrada, reforma nos banheiros e nas salas de aula para garantir a segurança dos alunos matriculados na rede municipal.

A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) fez uma assembleia geral na última sexta-feira (dia 8) na quadra do Colégio Estadual Barão de Rio Branco (CEBRB), com a presença dos professores da rede municipal. Na pauta do encontro, o novo Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCR) das tabelas que trata das progressões e promoções da categoria, pois o plano antigo estipula um teto de reajuste de apenas 25% no fim de carreira para quem tenha mestrado ou doutorado.

O professor Ronilton Honorato, diretor de Assuntos Jurídicos do Sinteac, fez uma breve explanação da nova proposta que contempla professores e funcionários de escola. A categoria conta com a progressão a cada quatro anos, o movimento sindical defende a redução da puladinha da tabela a cada três anos, como ocorre com os servidores efetivos da rede estadual.

Os trabalhadores em educação da rede municipal pleiteiam reivindicação da correção das perdas inflacionárias, garantia do pagamento da insalubridade dos funcionários de escola, correção do PCCR e revisão das tabelas de progressão funcional, pois há cinco anos que não têm reajuste salarial. Alguns funcionários de escola recebem atualmente, um piso base abaixo do salário mínimo.